até dançam se precisar
no silêncio se agigantam
e seguem a assobiar
lá ra lá do sabiá...
exilado pela queimada,
continua a suplicar
pela floresta incendiada.
Salvemos, salvemos,
o pendão da esperança!
tá virando cinzas...
O vento que venta daqui é o mesmo que venta de lá? Não, eu sou controvento, ventania de esparramar, até virar brisa, desabotoar a camisa, para o sangue ventilar. Liquificar sem ar controvento suado, prá na liberdade do vento tocar, no sino, um dobrado e ventando poder voar, soando um verso molhado...