
pra continuar inteira
sigo o rumo
da estrada aventureira...
Sempre voltarei
para minha princesa:meu sangue
meu reino: meus livros...
e você: meu rei.
O vento que venta daqui é o mesmo que venta de lá? Não, eu sou controvento, ventania de esparramar, até virar brisa, desabotoar a camisa, para o sangue ventilar. Liquificar sem ar controvento suado, prá na liberdade do vento tocar, no sino, um dobrado e ventando poder voar, soando um verso molhado...